domingo, 3 de maio de 2015

Hoje acaba o campeonato...

02/05/2015 23:45:00
Para marcar o nome na história do Botafogo
Jefferson e Renan podem igualar marca de ídolos, como Garrincha e Didi
HUGO PERRUSO
Rio - Jogadores com mais identificação e com mais tempo de Botafogo, Jefferson e Renan podem alcançar expressiva marca hoje. Se forem campeões, os goleiros chegarão ao terceiro título carioca e igualarão grandes nomes da história do clube, como Garrincha, Didi e Quarentinha.
Uma marca para colocar os dois entre os grandes vencedores do Glorioso e que ninguém quer desperdiçar. Se Jefferson já se consolidou como ídolo e caminha para ficar eternizado, Renan busca conquistar de vez os corações alvinegros.
“Não fazia ideia que poderia alcançar esse feito. Seria uma grande honra para mim. Eu sei o que esses ídolos representam para o clube e percebo a importância de poder igualar essa conquista. No futebol, você precisa sonhar alto e se espelhar em alguém. Sempre procurei ter como exemplos jogadores marcantes e ninguém melhor do que ícones como os três para me inspirar na busca por esse título”, disse Renan.
Time que encantou o mundo
Igualar grandes nomes do Botafogo já é um grande feito, principalmente pelo que jogou aquele time do fim da década de 50 e início da década de 60. Além de Garrincha, Didi e Quarentinha, cinco jogadores fazem parte do hall de tricampeões, alguns não entraram em campo (como o goleiro Adalberto, que não jogou em 62). As conquistas do Carioca em 57, 61 e 62 foram apenas algumas de um time espetacular, que encantou alvinegros e brasileiros e rivalizava com o Santos de Pelé.
Ao contrário dos eternos ídolos do Glorioso, Jefferson e Renan não viveram a época de ouro do clube, longe disso. Sofreram com o rebaixamento no ano passado e, agora, tentam ajudar no ressurgimento do Botafogo. Para isso, se apegam às conquistas anteriores para que sirvam de exemplo nesta final.
“Em 2010, o fundamental foi a volta por cima da equipe após a goleada sofrida para o Vasco (6 a 0 na Taça Guanabara). Em 2013, acredito que a força do grupo tenha sido o fator mais marcante. Tínhamos o Seedorf como líder, mas o nosso elenco sempre foi muito forte e unido, o que pesou para conseguirmos o título ganhando os dois turnos”, comparou Renan.
Com quatro títulos, Manga é o goleiro mais vitorioso
Mesmo que conquistem o tricampeonato, Jefferson e Renan não serão os goleiros mais vitoriosos em estaduais pelo Botafogo. Outro grande nome da história alvinegra, Manga foi campeão quatro vezes (com dois bicampeonatos 61 e 62, e 67 e 68), assim como o zagueiro Zé Carlos.
Ao lado dos dois está Nilton Santos. Um dos maiores ídolos do Botafogo junto com Garrincha, a Enciclopédia do Futebol também conquistou os títulos cariocas de 57, 61 e 62, mas ainda fez parte da equipe campeã de 1948, em seu primeiro ano como jogador profissional.







02/05/2015 13:06:28
Torcida alvinegra marca presença no último treino do Botafogo antes da final
Cerca de 50 torcedores acompanharam o time no Engenhão
FABIO FALCÃO CAZES
Rio - A torcida do Botafogo parece confiante no título do Campeonato Carioca. Cerca de 50 alvinegros marcaram presença no último treino da equipe, no Engenhão, antes da decisão contra o Vasco.
Dentre os jogadores presentes, os dois goleiros, Renan e Jefferson foram os mais festejados pela torcida. O goleiro reserva, que foi herói na classificação para a final, no jogo contra o Fluminense, presenteou os torcedores ao jogar uma camisa.
O Botafogo sai em desvantagem na partida contra o Vasco, no próximo domingo, às 16h, no Maracanã. O Alvinegro perdeu a vantagem do empate, ao ser derrotado pelo Cruzmaltino no primeiro jogo da decisão por 1 a 0, e precisa ganhar para se i. Caso a vitória seja por um gol de diferença, a disputa vai para os pênaltis.


01/05/2015 23:29:31 - Atualizada às 02/05/2015 18:29:03
Dia de comer grama pelo Botafogo
Autor do gol do título alvinegro de 1997, Dimba espera que o Glorioso se inspire em seu gesto
O DIA
Rio - Se há uma inspiração para o Botafogo derrotar o Vasco por dois gols e ser campeão carioca é reviver seu passado glorioso e repleto de ídolos. Dimba é um desses personagens, após ter feito a torcida alvinegra sorrir com a conquista do título estadual de 1997. Vindo do Sobradinho, do Distrito Federal, o atacante foi um dos talismãs adotados por Joel Santana — e estava iluminado naquela noite de 8 de julho.
Como o torcedor costuma dizer que há coisas que só acontecem ao Botafogo, o surgimento de Dimba foi mais uma delas. Após fazer um verdadeiro carnaval na defesa cruzmaltina, ele marcou seu primeiro gol no Maracanã,deu a taça ao Fogão e deixou o nome na história do clube e do Campeonato Carioca. Até hoje lembrado pelos torcedores, Dimba revela um enorme carinho pelo Glorioso, clube do seu coração.
“Eu sou muito grato ao Botafogo e torço pelo clube até hoje. Foi onde eu comecei a fazer sucesso na carreira e marcar o gol do título pelo clube pelo qual você torce é importante demais. Foi muita sorte, porque foi o meu primeiro gol no Maracanã e logo um tão importante, que deu um título à torcida”, comentou.
O atacante, de 41 anos, ainda está em atividade pelo Sobradinho, que foi eliminado do Campeonato Brasiliense, e se lembra até hoje da provocação de Edmundo no primeiro jogo da final do Carioca de 1997.
O Animal parou com a bola na lateral do campo e rebolou à frente do zagueiro Gonçalves. Para Dimba, isso foi o combustível que o Fogão precisava para entrar em campo disposto a ‘incendiar’ o Maracanã no segundo jogo.
“Eu estava observando de longe e vi o Edmundo fazendo aquilo, dançando. Nós ficamos mordidos com o gesto. Mas isso ajudou o nosso time a ficar muito mais concentrado naquele jogo”, afirmou.
Dimba também recordou um gesto que entrou para história do Maracanã. Na comemoração do título, ele se ajoelhou no gramado e, sem pensar muito, comeu grama. Ele destaca que foi o primeiro a fazer isso no Maior do Mundo e até comenta o gosto do gramado.
“Eu estava de frente para a torcida do Botafogo e eles estavam gritando o meu nome. Aquilo foi uma forma de agradecer o carinho que sempre me deram. O sabor da grama, misturado ao da vitória, ao de um título, é delicioso, não tem igual. Fui o primeiro jogador a ter feito isso no Maracanã”, ressalta, ainda emocionado.
Reportagem do estagiário Ulisses Valentim, sob a supervisão de Martha Esteves


01/05/2015 23:26:49
A hora da volta por cima de Marcelo Mattos no Botafogo
Volante quer o título carioca para marcar recomeço dele e do Fogão
HUGO PERRUSO
Rio - Um dos jogadores mais experientes do Botafogo, Marcelo Mattos está perto de completar cinco anos de clube. Desde a estreia, em agosto de 2010, ele viveu várias emoções, como a alegria do título Carioca de 2013 e a tristeza pelo rebaixamento no Brasileiro de 2014. Mas a sensação que sente ultimamente é a de recomeço. Assim como o time, que tenta voltar à Série A, o volante de 31 anos busca se reerguer e vê na conquista do Estadual um combustível para ajudar ambos a recuperar a autoestima.
Foram sete meses sem jogar, vendo o Botafogo se afundar sem poder fazer nada para ajudar. Tudo por causa de uma lesão no púbis que o obrigou a duas cirurgias no ano passado. Marcelo Mattos só voltou na reta final do Brasileiro, quando a situação já era quase irreversível.
“A minha lesão só eu sofri. O Botafogo foi um monte de gente machucada, difícil de recuperar. O ano de 2014 foi muito triste. Vi sem poder ajudar e este ano mudou muita coisa. É o recomeço, estamos a um jogo de dar um pouco de alegria ao torcedor, que está muito machucado. Faremos o possível para que isso aconteça”, avisa o camisa 5.
Apesar do sofrimento, Marcelo Mattos tem um exemplo de superação. Em 2012, ele também teve problema no púbis e ficou cinco meses parado após cirurgia. Voltou a jogar e, no ano seguinte, como titular, conquistou o Carioca, o que significou a prova de que estava recuperado. Em 2015, pode repetir a história.
“Também foi muito difícil, mas, na sequência, ganhei o Carioca. Foi superação, assim como agora. Por isso quis ficar no Botafogo, para mostrar o meu valor. Hoje estou sem dor, posso mostrar a minha qualidade. Espero conquistar o título, é um ano importante, para o clube subir para a Primeira Divisão”, diz.
Ao contrário de 2013, quando era mais um, desta vez Mattos é, ao lado de Jefferson, um dos pilares da equipe. Líder do grupo, herdou a braçadeira de capitão na ausência do goleiro e vê no título do Carioca a grande chance para aumentar a autoestima após tanto sofrimento dele e dos alvinegros: “Se conseguir (o título), vou comemorar mais do que em 2013. Vai ser de um significado muito grande pelo momento pelo qual o clube passa. Seria bacana demais.”
‘O ENGENHÃO VIROU A MINHA CASA’
1) No Brasil, não é comum ficar tanto tempo num clube. Por que deu certo no Botafogo?
Marcelo Mattos: Não é comum, mas sempre quis fazer contratos longos, gosto de me identificar com o clube e a torcida.
2) Qual a importância desse título carioca para o ano do clube?
Marcelo Mattos: Para dar confiança ao torcedor. Teremos uma Série B difícil e vamos precisar muito do apoio dele. Também é bom sair na rua de cabeça erguida.
3) O que vê de diferente entre 2013 e agora?
Marcelo Mattos: Naquele ano tinha jogadores experientes, como Seedorf, Rafael Marques, Bolívar... Foi difícil, mas eles facilitaram. Agora é um recomeço. 
4) Há algo do clube que ainda não conheça?
Marcelo Mattos: Conheço as salas, o estacionamento... Sei andar no Engenhão, que virou a minha casa.



01/05/2015 21:52:18
Botafogo pode iniciar dobradinha de títulos com o sub-20
Precisando da vitória, o Alvinegro encara o Fla pela segunda partida da final da Taça Guanabara
FABIO FALCÃO CAZES
Rio - A decisão principal é somente no domingo, mas, neste sábado, os alvinegros já terão uma prévia das emoções que poderão sentir no confronto com o Vasco. Às 15h20, em Moça Bonita, o sub-20 do Botafogo, único clube que pode conseguir uma dobradinha, encara o Flamengo pela segunda partida da final da Taça Guanabara e precisa vencer para ficar com o título.
No primeiro duelo,os times ficaram no 2 a 2, o que deu ao Rubro-Negro a possibilidade de levantar a taça com outro empate. Mesmo assim, a confiança do grupo alvinegro, que liderou a maior parte da competição na primeira fase, segue elevada.
"Vamos em busca desse título. Vai ser muito importante começar a temporada já levantando uma taça. Estamos trabalhando sério e confio na qualidade do nosso time para reverter a vantagem do empate que o Flamengo tem. Vamos entrar para vencer. Espero poder ajudar meus companheiros da melhor maneira possível e, quem sabe, poder dar um passe ou fazer um gol", projeta o meia Moraes.
Atento ao bom desempenho da base alvinegra, René Simões tem chamado jovens jogadores para integrar treinamentos e até participar de partidas pelo profissional. Este é mais um fator motivacional pelo lado do Botafogo para a decisão.
"Estou acompanhando que alguns jogadores estão sendo puxados para o time de cima e essa é uma vontade que eu tenho. Sonho com uma chance entre os profissionais e vou fazer de tudo para que isso aconteça o mais rapidamente possível", afirma Moraes.


02/05/2015 23:37:51
Presidentes com manias de torcedores
Eurico Miranda e Carlos Eduardo Pereira tem semelhanças, apesar das história distintas
MARCIA VIEIRA
Rio - Fé e superstição movem o coração de dois protagonistas da final do Campeonato Carioca. Com estilos diferentes, Eurico Miranda, presidente do Vasco, e Carlos Eduardo Pereira, do Botafogo, se apoiam em crenças pessoais na esperança pelo título. Um duelo que evocará os rituais de cada um. De um lado o famoso charuto, marca registrada do vascaíno. Do outro, o ‘Dinoboy’, apelido dado ao antigo radinho de pilha do dirigente alvinegro. Objeto de poder ou amuleto, não importa. Só um vai celebrar a conquista da 114ª edição do campeonato mais charmoso do futebol brasileiro.
Na busca do primeiro título
Na semana que antecedeu a final, um radinho de pilha Aiwa de ondas curtas, fabricado no fim da década de 1980, foi lustrado e cercado de cuidados. Há 25 anos, Dinoboy se transformou em talismã e companhia inseparável do presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, nos dias de jogos.
“Ele é de 1989, do gol do Maurício. Uma das grandes emoções da minha vida e o Dinoboy estava lá. Hoje, o Dino virou um pé de coelho. Botafoguense que se preze tem que ser supersticioso”, brinca o presidente, se referindo ao gol que acabou com um jejum de 21 anos sem títulos.
O divertido nome do talismã quem deu foi sua mulher, uma botafoguense de carteirinha. “Sempre questionei porque ele não comprava um rádio mais moderno. Ele sempre foi chegado às últimas novidades, mas tinha um rádio jurássico e, como havia o desenho do Vale Perdido, virou Dinoboy. Ele ouviu, gostou e riu muito”, entrega Rosemary Hissa, tão supersticiosa quanto o marido.
Com Dinoboy, Carlos Eduardo mantém viva uma tradição de família. “O radinho tem esse componente de ligação com a infância. Ganhei o primeiro do meu pai (Hugo Pereira), junto com a bandeira e uma almofada. Ele queria que eu fosse tão apaixonado pelo Botafogo quanto ele. E conseguiu”, diz, com os olhos brilhando.
Hoje, mais uma vez, o presidente vai se apegar em superstições, como todo bom botafoguense, para sair vitorioso do Maracanã. E ainda vestirá uma camisa de manga comprida por baixo da do clube. Uma homenagem ao time de 1962, que goleou o Flamengo por 3 a 0. “Desde então sempre uso manga comprida”, garante. Na hora do jogo vai colocar o radinho no ouvido e sintonizar até achar a frequência da emissora da sorte. “Começo sempre ouvindo uma. Dá uns 15 minutos e troco. No segundo tempo volto para a primeira. Escuto ao menos quatro estações diferentes. Mas se a coisa estiver boa, eu não mudo mais”, brinca.
Retorno à Colina
Eurico Miranda se fechou em copas às vésperas da decisão. Se diz magoado com a imprensa e evita entrevistas. Ansioso em levantar o primeiro troféu, após sua volta a São Januário, pensou milimetricamente em todos os detalhes para que o Vasco seja campeão.
Se o vigor já não é mais o mesmo, devido ao peso dos 70 anos, a mente continua ágil. Dificilmente algo lhe escapa. Não é à toa que seus partidários garantem que a ‘velha raposa felpuda’ está em forma.
Em forma e fiel a rituais. Em dia de decisão seus hábitos são os mesmos, entregam os amigos, que preferiram não se identificar. Devoto de Nossa Senhora de Fátima, Eurico começa o domingo na igreja, assistindo à missa.
Depois do almoço em família vai direto para o estádio. Sempre chega mais cedo para controlar tudo pelo telefone. Quer saber dos mínimos detalhes. Se as camisas estão arrumadas no vestiário, se o astral dos jogadores é bom, se o ônibus está no horário.
No camarote do Maracanã senta na última fileira, na cadeira da ponta, ao lado do vice de futebol José Luiz Moreira e do amigo Fernando Horta. Perto, os filhos Euriquinho, seu assessor, e Álvaro, coordenador da base. Já os netos circulam livres e muitas vezes caem em seu colo, o fazendo perder o ar sisudo.
Com um olho na TV, sem som, e outro no campo, ele desliza um legítimo charuto cubano entre os dedos. Um Cohiba, o melhor do mundo. É um atrás do outro. Entre uma baforada e outra, bebe goles generosos de refrigerante light. Às vezes, se isola no reservado para ver o jogo sozinho e esbravejar quando acha que o Vasco foi prejudicado.
Como no domingo passado, Eurico espera que a decisão de hoje termine igual. Ele vai descer para o vestiário, conversar com os jogadores e puxar o tradicional grito de ‘Casaca’ junto com outro que está entalado na garganta desde 2003 no Carioca: o de campeão.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Bota News dessa Quinta (30/04)

30/04/2015 23:23:03
Alto astral na preparação do Botafogo
Nem mesmo possível ausência de Jefferson abala o humor
MARCIA VIEIRA
Rio - A três dias da decisão do Carioca, o clima no Botafogo não poderia ser melhor. Após o treino fechado desta quinta-feira, o astral dos jogadores estava nas alturas. Eram tantos os sorrisos e brincadeiras que nem parecia que o Glorioso tem a obrigação de vencer o Vasco para conquistar o título. Nem mesmo a possível ausência do goleiro Jefferson é motivo de tensão.
“Ele é um líder do grupo, quer muito jogar, mas eu não sei se está cem por cento, não sei as condições dele, as chances que tem de jogar. Eu sei que o Botafogo está muito bem servido de goleiro. Quanto a isso estamos muito tranquilos”, ressaltou o zagueiro Renan Fonseca, um dos líderes do time.
Mesmo com o clima de mistério, nos bastidores há quem garanta que Jefferson já está fora da final. Apesar de sua recuperação surpreendente, o técnico René Simões não estaria disposto a escalar para a decisão um jogador que foi submetido recentemente a uma artroscopia no joelho direito e que está longe da sua forma ideal. Isso sem contar que até agora o goleiro Renan tem brilhado e dado conta do recado.
A julgar pelo discurso de Renan Fonseca, o grupo está preparado psicologicamente para jogar sem o seu capitão. Uma tranquilidade que era visível no semblante dos jogadores depois do treino.
“Até nos dias de folga estamos doidos para estar aqui novamente. É uma final de campeonato, temos motivo de sobra para trabalhar feliz e está todo mundo com o astral lá em cima, mas ao mesmo tempo muito concentrado e focado para o jogo”, garantiu Renan Fonseca.


30/04/2015 20:11:28
De olho na final , Renan Fonseca exalta equipe do Botafogo: 'Guerreiros'
Zagueiro defende treino fechado e elogia trabalho do Alvinegro
O DIA
Rio - O lema é sigilo total no Botafogo. Após treino fechado no Nilton Santos nesta quinta-feira, Renan Fonseca concedeu coletiva, aonde defendeu às atividades feitas longe dos olhos da imprensa. O zagueiro afirmou que a tática está sendo usada para tentar confundir o técnico do Vasco, Doriva, sobre qual equipe o Alvinegro mandará a campo na finalíssima do Campeonato Carioca.
"Tem um mistério, né? Hoje em dia, os treinos antes dos jogos são fechados. Foi legal, a gente aproveitou bastante, foi um treino bem dinâmico. Tentar dificultar as coisas para o Doriva do outro lado. A gente sempre frisou desde o primeiro jogo que a maior força nossa era a união, a coletividade. Chegamos até aqui com a dedicação de todos, o empenho de todos. Estamos colhendo bons frutos pela dedicação de todos que foram guerreiros, dentro e fora de campo", comentou.
Renan ressaltou que o Botafogo já deu provas suficientes de superação ao longo do Estadual: "Internamente, a gente sempre acreditou no trabalho, desde a pré-temporada, os primeiros jogos da Taça Guanabara. A gente já provou na semifinal que temos condições de inverter o resultado. Sabemos que não vai ser fácil, é uma final de campeonato, a oportunidade de todos de fazer história. Estamos muito concentrados, vamos nos preparar da melhor maneira possível para chegar no domingo e fazer o melhor nosso para vencer e, consequentemente, ficar com o título".
O zagueiro fez questão de exaltar o time, afirmando que o elenco tem espírito de guerreiros e destacou o clima de companherismo vivido na equipe.
"O perfil do grupo é de guerreiros, todo mundo querendo crescer na profissão. A gente está sendo bastante solidário dentro de campo. Fora de campo todos são amigos, dentro de campo as coisas acontecem naturalmente", finalizou.
Botafogo e Vasco se enfrentam neste domingo, às 16h, no Maracanã, para decidirem quem ficará com o título do Campeonato Carioca. Por ter vencido a primeira partida, o Cruzmaltino terá a vantagem do empate no clássico.



30/04/2015 19:12:14
Botafogo acerta mais um patrocínio para a final do Campeonato Carioca
Clube terá cinco marcas expostas na camisa
O DIA
Rio - O Botafogo terá mais um patrocinador na final do Campeonato Carioca, neste domingo, contra o Vasco. Nesta sexta-feira, o clube divulgou que a Mate Real vai estampar sua marca no peito da camisa alvinegra. O Fogão não divulgou os valores do acordo.
Além da Mate Real, o Botafogo acertou outros quatro patrocínios para a decisão: 99Taxis (manga), Supermercados Unidos (costas), Guaramix (omoplata) e Óticas Diniz (barra traseira).
O Botafogo precisa vencer o rival por dois gols de diferença para ser campeão. Se ganhar por um, o título será decidido nos pênaltis.


30/04/2015 00:12:13
Renan vibra com vitória e elogia atuação dos reservas: 'Uma boa oportunidade'
Goleiro foi o único jogador titular contra o Capivariano
O DIA
Rio - Único jogador que vem sendo titular do Botafogo nos últimos jogos a atuar contra o Capivariano, pela Copa do Brasil, Renan gostou bastante da oportunidade que foi dada para os reservas alvinegros. Titular por conta de lesão de Jefferson, o atleta sabe muito bem o que é estar do outro lado.
"Sempre bom jogar. Todo jogo é uma grande oportunidade, não só para eles (mais jovens). Obviamente o professor René estará nos observando. Acho que fizemos uma boa apresentação", afirmou.
Pela Copa do Brasil, o Glorioso volta aos gramados na próxima quarta-feira no Engenhão. O Alvinegro avança mesmo caso perca por 1 a 0. No domingo, o Botafogo decide o Carioca contra o Vasco.



30/04/2015 00:05:53 - Atualizada às 30/04/2015 00:20:33
Reservas do Botafogo vencem, mas não evitam jogo de volta na Copa do Brasil
De volta ao futebol após dois anos, o meia Daniel Carvalho foi o destaque da partida e fez o gol do triunfo Alvinegro
O DIA
Capivari - Em um jogo recheado de reservas e jovens da base, a noite desta quarta-feira foi especial para um jogador do Botafogo. De volta ao futebol após quase dois anos aposentado, Daniel Carvalho entrou no segundo tempo e marcou um belo gol e garantiu a vitória do Alvinegro sobre o Capivariano por 2 a 1, pela segunda fase da Copa do Brasil. Sassá completou para o Bota e Marllon descontou para os donos da casa.
Apesar da vitória, o Botafogo não conseguiu evitar o jogo de volta. Na próxima quarta-feira, o Alvinegro volta a campo, às 22h, no estádio Nilton Santos. Para garantir a classificação para terceira fase da competição, o Alvinegro pode até mesmo perder por 1 a 0 que fica com a vaga na próxima fase.
O JOGO
Com o time todo reserva por conta da final do Carioca, os suplentes do Botafogo começaram o jogo com disposição para mostrar trabalho. Aos 4, Sassá aproveitou bobeada da defesa, roubou a bola, driblou o goleiro e foi derrubado na área. O juiz ignorou a infração e pediu para o jogo seguir. Aos 9, o Alvinegro chegou com estilo. Após troca de passes entre Henrique, Andreazzi e Diego, o lateral tocou de cabeça para área e novamente Sassá apareceu para empurrar a bola para as redes e abrir o placar.
Após o gol, a partida caiu de ritmo e o jogo ficou truncado no meio-campo. Os dois times trocavam passes, mas sempre pecavam na hora de finalizar a jogada. Aos 31, Airton lançou para Henrique marcar o segundo gol para o Botafogo, porém foi anulado pela arbitragem, já que o atacante estava impedindo. Aos 42, foi a vez do Capivariano chegar pela primeira vez, em chute Everton bem defendido por Renan. E foi só no pouco movimentado primeiro tempo em Capivari.
Na volta para o segundo tempo, o Capivariano foi em busca de pelo menos um gol. Aos 4, Rodolfo invadiu pela direita e chutou para mais uma boa defesa de Renan. Assim como na primeira etapa, o jogo deixava a desejar. Aos 15, Henrique fez boa jogada, cortou o zagueiro e finalizou para boa defesa de Douglas. Somente aos 30, a partida voltou a ter emoção. Após escanteio cobrado por Pedro Henrique, Marllon subiu mais que a zaga do Botafogo e cabeceou para igualar o placar.
Mais organizado e animado no jogo, o Capivariano foi atrás da virada e começou a pressionar o Botafogo. Aos 36, Daniel Carvalho errou na saída de bola, perdeu para oliveira que invadiu a área e chutou para mais uma defesa de Renan. Só dava os donos da casa. Aos 39, a redenção do meia. Gegê aproveitou o vacilo da zaga, partiu livre pela esquerda e cruzou para Daniel Carvalho, voltando ao futebol após dois anos parado, finalizar de voleio e colocar o Bota de novo a frente.
FICHA TÉCNICA
CAPIVARIANO 1x2 BOTAFOGO
Estádio: Arena Capivari
Árbitro: Leonardo Sígari Zanon
Público e Renda: Pagante: 1.272 / Renda: R$ 23.455,00
Gols: Sassá (Botafogo, aos 9' do 1ºT), Marllon (Capivariano, aos 30' do 2ºT), Daniel Carvalho (Botafogo, aos 39' do 2ºT)
Cartões Amarelos: Diego Jardel, Andreazzi (Botafogo) e Fernando Lombardi, Kleiton Domingues (Capivariano)
Cartões Vermelhos: -
CAPIVARIANO: Douglas, Oliveira, Marllon, Fernando Lombardi e Pedro Henrique; Amaral, Wigor, Everton Dias (Francis, aos 30' do 2ºT) e Kleiton Domingues (George, aos 45' do 2ºT); Rodolfo e Romão (Wilian Favoni, aos 33' do 2ºT). Técnico: Evandro de Souza
BOTAFOGO: Renan, Diego, Alisson, Emerson, Jean, Aírton (Dierson, aos 36' do 2 ºT), Andreazzi, Diego Jardel (Daniel Carvalho, aos 20' do 2ºT), Gegê, Sassá e Henrique (Tássio, aos 29' do 2ºT). Técnico: Alfedro Montesso (Auxiliar)

Sassá fez o primeiro gol...

Daniel Carvalho fez o segundo gol, garantindo a vitória do Bota

29/04/2015 23:40:19
Botafogo lançará filme sobre o título do Campeonato Brasileiro de 1995
Documentário estreará no Cinefoot, no dia 26 de maio
RODRIGO STAFFORD
Rio - Os 20 anos do título brasileiro do Botafogo não passarão em branco. O clube fez um documentário sobre a conquista e entrevistou jogadores, diretores e membros da comissão técnica. A estreia será no dia 26 de maio no Cine Foot, um festival de cinema onde o tema é o futebol.
Ídolo e estrela máxima daquela conquista, Túlio Maravilha gravou sua participação diretamente do gramado do Pacaembu onde marcou o gol botafoguense no empate em 1 a 1 com o Santos, que garantiu o troféu para General Severiano.
“Gravei um depoimento dentro do Pacaembu. Foi lindo. Parece que foi ontem, mas já faz 20 anos. Você entra no estádio e lembra de tudo. Do torcedor, da volta olímpica carregando a bola. Entrei no campo e as recordações vieram”, contou o artilheiro daquela edição do Campeonato Brasileiro.

O filme ainda terá depoimentos com o treinador Paulo Autuori, Donizete Pantera e outros jogadores.



29/04/2015 20:35:52 - Atualizada às 29/04/2015 21:30:26
Ingressos para decisão entre Botafogo e Vasco se esgotam em menos de 24h
Todos os 56.249 bilhetes a venda para o duelo foram vendidos
ULISSES VALENTIM
Rio - A final do Campeonato Carioca, domingo, às 16h, pode ser marcada por uma verdadeira ‘invasão’ de vascaínos em todos os setores do Maracanã. Antes de a carga de 56.249 ingressos se esgotar no início da noite ontem (restam apenas gratuidades e entradas destinadas exclusivamente a sócios-torcedores do Botafogo), os cruzmaltinos iniciaram uma verdadeira corrida para comprar lugares do lado da torcida alvinegra, no setor Norte. Mas essa mobilização está sob os olhares atentos da Polícia Militar.
O major Sílvio Luis, do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), faz um alerta: vascaínos flagrados com a camisa do time na torcida do Botafogo, ou envolvidos em qualquer tipo de confusão no setor Norte, serão retirados do estádio.
“A recomendação é a de que os vascaínos que vão ao setor destinado ao Botafogo não usem a camisa do time, pois não será permitida a entrada. Em qualquer foco de confusão, o torcedor que desobedecer as regras será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”, disse.
Para evitar ter que ver o jogo do time do coração ao lado do rival, alguns vascaínos madrugaram para garantir um bom lugar na fila. Foi o caso de Guilherme Lisboa, 19 anos, que chegou às 4h da manhã para ser o primeiro na fila do setor Sul. Mesmo com todo sacrifício, o estudante se mostrou feliz com a mobilização da torcida.
“Cheguei na fila e estava tudo deserto e escuro, fiquei até com medo de ser assaltado.Mas lá pelas seis foi começando a chegar muitos vascaínos e a bilheteria ficou lotada. Tudo isso é a nossa confiança pelo título do Vascão”, disse.
RETIRADA ANTECIPADA
PONTOS DE RETIRADA - 10h às 17h
Maracanã (Bilheteria 1) – Av. Maracanã, s/nº (Vasco)
Maracanã (Bilheteria 2) – Av. Maracanã, s/nº (Vasco)
Maracanã (Bilheteria 4) - Av. Maracanã, s/nº (Botafogo)
Engenhão (Bilheteria Sul) – Rua Arquias Cordeiro, s/nº (Vasco)
Engenhão (Bilheteria Norte) – Rua das Oficinas, s/nº (Botafogo)
Cariocas FC – Shopping Nova América – Av. Pastor Martin Luther King Jr, nº126 – 1º piso (No feriado de sexta-feira, funcionará das 13h às 17h)
Cariocas FC – Madureira – Estrada do Portela, nº222 (No feriado de sexta-feira, funcionará das 13h às 17h)
WQS Via Brasil – Rua Itapera, nº500 – Irajá (No feriado de sexta-feira, funcionará das 13h às 17h)
Estádio Caio Martins - Rua Presidente Backer, s/nº - Icaraí, Niterói
São Januário (Bilheteria 5) – Rua General Almério de Moura, nº131 (Vasco)
Sede do CRVG no Castelo – Calabouço – Rua Jardel Jercules, s/n, - Centro
General Severiano – Av. Venceslau Brás, nº72 (Botafogo)
TORCIDA ADVERSÁRIA:
O acesso não será permitido para torcedores com camisas, bandeiras e acessórios nos setores do time adversário

30 DE ABRIL DE 2015
Tulio Maravilha aposta em título do Botafogo e prevê Pimpão como herói do título
Nada abala a confiança de Tulio Maravilha no Botafogo. O ex-jogador do clube, que hoje faz palestras motivacionais pelo Brasil, acredita no título botafoguense, mesmo com a equipe de René Simões precisando vencer, no mínimo, por um gol de diferença para levar o jogo para os pênaltis.
“Estou confiante que o Botafogo vai surpreender e vai conseguir a virada por dois gols para ser campeão carioca”, afirmou o eterno camisa 7, que aposta justamente no número para escolher o seu candidato a herói no domingo.
“O conjunto e o apoio da torcida que está incentivando o time são os pontos chaves desse time. Estou confiante que o Pimpão, usando a mística camisa 7 do Botafogo, que foi minha, vai ser o herói do título”, disse sem titubear.

Longe do futebol após marcar o milésimo gol pelo Araxá no dia 8 de fevereiro do ano passado, Túlio garante que não tem contato com a diretoria capitaneada por Carlos Eduardo Pereira, mas quer ajudar o clube:
“Depois que lançar o documentário (sobre os 20 anos do título brasileiro de 1995, no dia 26 de maio) vamos estreitar as relações e vou me colocar à disposição da diretoria para passar minha experiência para o time, para a base. Quero me encaixar. Depois que o Mauricio Assumpção arruinou o clube, eles estão fazendo um bom trabalho e vão colher os frutos”, garante o Maravilha, que lembrou também do seu clássico inesquecível contra o Vasco.
“Meu jogo inesquecível é em 1995. Fazia mais de dois anos que não ganhávamos do Vasco. Meti dois, vencemos por 2 a 0 e acabamos com essa escrita”, encerra o artilheiro de 45 anos.

O artilheiro agora é craque nas palestras motivacionais / site do Tulio
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Postado por Rodrigo Stafford às 6:20 pm